
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Um lendas sobre sobre povos e civilização do passado :o reino de altandia ,a ilha de Hy- Brasil sera Brasil de hoje
Ass: Antonio Fernando Wirz
quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
COMO SURGIU O DIA DO ÍNDIO E POR QUE EM 19 DE ABRIL
Foi em 19 de abril de 1940 que os delegados indígenas se
reuniram pela 1ª vez em assembléia no Congresso Interamericano. Todos os países
da América foram convidados a participar dessa celebração. Reunida em Patzcuaro
(México), a assembléia aprovou, entre outras propostas, o estabelecimento do
Dia do Índio pelos governos dos países americanos. Este dia seria dedicado ao
estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino.
Segundo fontes oficiais, o Brasil tem hoje cerca de 560 terras indígenas e aproximadamente 460 mil índios. São 206 povos (ou etnias), concentrados, em sua maioria - 70% do total -, numa parcela da Amazônia Legal que engloba seis Estados: Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, a Funai (Fundação Nacional do Índio) também registra a existência de 40 povos isolados na Amazônia Ocidental.
Em densidade populacional, os seis maiores povos indígenas do Brasil são Guarani (30 mil), Ticuna (23 mil), Kaingang (20 mil), Macuxi (15 mil), Guajajara (10 mil), Yanomami (9.975). Um estudo inédito do economista Marcelo Paixão, coordenador do Observatório Afro-Brasileiro, mostra que a população indígena brasileira apresenta um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) próximo ao da Bolívia.
O IDH é um indicador da ONU que aponta o padrão de desenvolvimento humano em cada país. Ele é calculado a partir de indicadores de escolaridade, renda e expectativa de vida. O valor encontrado varia de zero, o pior desenvolvimento humano possível, a um, o melhor. Um índice acima de 0,800 é considerado de alto desenvolvimento humano.
Para o Brasil, o índice fica em 0,790, o que coloca o país na 62ª posição do ranking de 177 países divulgado em 2004. Os índios têm IDH de 0,683, próximo da Bolívia (114º no ranking).
Outros dados da tese mostram que não é apenas no desenvolvimento humano que os indígenas têm os piores índices. A taxa de mortalidade por desnutrição na população indígena adulta é de 11,2 por 100 mil habitantes, contra a média de 4,3 da população brasileira. A proporção de indigentes também é maior: 45% da população, contra 23% da média do país.
Origem
Os povos indígenas que hoje vivem na América do Sul são originários de povos caçadores vindos da América do Norte através do istmo do Panamá. Há milhares de anos -não há consenso entre os arqueólogos sobre a antigüidade da ocupação humana na América do Sul-, os povos indígenas ocuparam virtualmente toda a extensão do continente. De lá para cá essas populações desenvolveram diferentes modos de uso e manejo dos recursos naturais e formas de organização social distintas entre si.
Tradicionalmente, as sociedades indígenas não se fixavam a um mesmo território por muito tempo. As aldeias indígenas eram organizadas, levando-se em consideração a quantidade, a qualidade e a distribuição espacial dos recursos indispensáveis ao desenvolvimento de suas comunidades.
No Brasil, desde o século 16, existem instrumentos legais que definem e propõem uma política para os índios, fundamentados na discussão da legitimidade do direito dos índios ao domínio e soberania de suas terras. Esse direito - ou não - dos índios ao território que habitam está registrado em diferentes legislações portuguesas, envolvendo Cartas Régias, Alvarás, Regimentos etc.
Política indigenista
Até 1988, a política indigenista brasileira estava centrada nas atividades voltadas à incorporação dos índios à comunhão nacional, princípio indigenista presente nas Constituições de 1934, 1946, 1967 e 1969. A Constituição de 1988 suprimiu essa diretriz, reconhecendo aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam.
Os índios também ampliaram sua cidadania, já são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. Assim, o principal objetivo da política indigenista hoje é a preservação das culturas indígenas, através da garantia de suas terras, e o desenvolvimento de atividades educacionais e sanitárias.
Entretanto, a insuficiência de recursos oficiais, a integração cada vez mais comum do índio às sociedades urbanas e os conflitos raciais e sociais dos povos brasileiros têm colocado em risco a concretização das propostas políticas e direitos indígenas garantidos por Constituição.
Fonte: Museu do Índio / Funai e Folha de S.Paulo
Segundo fontes oficiais, o Brasil tem hoje cerca de 560 terras indígenas e aproximadamente 460 mil índios. São 206 povos (ou etnias), concentrados, em sua maioria - 70% do total -, numa parcela da Amazônia Legal que engloba seis Estados: Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, a Funai (Fundação Nacional do Índio) também registra a existência de 40 povos isolados na Amazônia Ocidental.
Em densidade populacional, os seis maiores povos indígenas do Brasil são Guarani (30 mil), Ticuna (23 mil), Kaingang (20 mil), Macuxi (15 mil), Guajajara (10 mil), Yanomami (9.975). Um estudo inédito do economista Marcelo Paixão, coordenador do Observatório Afro-Brasileiro, mostra que a população indígena brasileira apresenta um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) próximo ao da Bolívia.
O IDH é um indicador da ONU que aponta o padrão de desenvolvimento humano em cada país. Ele é calculado a partir de indicadores de escolaridade, renda e expectativa de vida. O valor encontrado varia de zero, o pior desenvolvimento humano possível, a um, o melhor. Um índice acima de 0,800 é considerado de alto desenvolvimento humano.
Para o Brasil, o índice fica em 0,790, o que coloca o país na 62ª posição do ranking de 177 países divulgado em 2004. Os índios têm IDH de 0,683, próximo da Bolívia (114º no ranking).
Outros dados da tese mostram que não é apenas no desenvolvimento humano que os indígenas têm os piores índices. A taxa de mortalidade por desnutrição na população indígena adulta é de 11,2 por 100 mil habitantes, contra a média de 4,3 da população brasileira. A proporção de indigentes também é maior: 45% da população, contra 23% da média do país.
Origem
Os povos indígenas que hoje vivem na América do Sul são originários de povos caçadores vindos da América do Norte através do istmo do Panamá. Há milhares de anos -não há consenso entre os arqueólogos sobre a antigüidade da ocupação humana na América do Sul-, os povos indígenas ocuparam virtualmente toda a extensão do continente. De lá para cá essas populações desenvolveram diferentes modos de uso e manejo dos recursos naturais e formas de organização social distintas entre si.
Tradicionalmente, as sociedades indígenas não se fixavam a um mesmo território por muito tempo. As aldeias indígenas eram organizadas, levando-se em consideração a quantidade, a qualidade e a distribuição espacial dos recursos indispensáveis ao desenvolvimento de suas comunidades.
No Brasil, desde o século 16, existem instrumentos legais que definem e propõem uma política para os índios, fundamentados na discussão da legitimidade do direito dos índios ao domínio e soberania de suas terras. Esse direito - ou não - dos índios ao território que habitam está registrado em diferentes legislações portuguesas, envolvendo Cartas Régias, Alvarás, Regimentos etc.
Política indigenista
Até 1988, a política indigenista brasileira estava centrada nas atividades voltadas à incorporação dos índios à comunhão nacional, princípio indigenista presente nas Constituições de 1934, 1946, 1967 e 1969. A Constituição de 1988 suprimiu essa diretriz, reconhecendo aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam.
Os índios também ampliaram sua cidadania, já são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. Assim, o principal objetivo da política indigenista hoje é a preservação das culturas indígenas, através da garantia de suas terras, e o desenvolvimento de atividades educacionais e sanitárias.
Entretanto, a insuficiência de recursos oficiais, a integração cada vez mais comum do índio às sociedades urbanas e os conflitos raciais e sociais dos povos brasileiros têm colocado em risco a concretização das propostas políticas e direitos indígenas garantidos por Constituição.
Fonte: Museu do Índio / Funai e Folha de S.Paulo
De onde vieram os índios?
Esta é uma interessante questão a ser pensada. Estudos arqueológicos apontam para o fato de que os moradores de nossa terrabrasilis, no ano de 1500 já viviam por aqui há aproximadamente doze mil anos. Sim, todo este tempo.
Os habitantes do continente americano como um todo, são descendentes de populações advindas da Ásia, no entanto ainda não foi possível precisar a data da primeira leva migratória.
Os povos indígenas, que hoje vivem na América do Sul, são originários de povos caçadores que aqui se instalaram, vindos da América do Norte e ocuparam toda a extensão do continente há milhares de anos.
Estas populações desenvolveram diferentes formas de trabalhar com os recursos naturais, bem como formas diversas de organização social, cultural e religiosa.
No Brasil, o período desta ocupação está datada entre onze e doze mil anos, mas novas evidências encontradas nos sítios arqueológicos da Bahia e Piauí, indicam que estas datas devem ser ainda mais antigas.
Foram milhares de anos, onde paulatinamente, os nativos foram organizando a domesticação das plantas, de animais selvagens, de peixes. Milhares de anos para construir de forma inteligente as relações com a natureza e com as centenas de outros grupos (nações) que habitavam a extensa e rica região.
Por volta do ano 1000 dC os tupi-guaranis, nação que habitava a costa brasileira já praticavam regularmente a agricultura. Esta nação foi responsável por uma verdadeira revolução agrícola, simbolizada principalmente, na domesticação da mandioca, e na prática da agricultura. A diminuição do nomadismo colaborou para significativo aumento da densidade demográfica, de modo que, por volta de 1500, a terra posteriormente chamada Brasil podia contar com mais de um milhão de pessoas.
E foram estas pessoas que reberam os portugueses comandados pelo navegador chefe Pedro Ávares Cabral no dia 22 de abril de 1500. Não, não foram encontrados por acaso, como aprendemos na escola. A intenção de Cabral era ir para as Indias, mas no caminho, antes de seguir viagem, a pedido do rei de Portugal D. Manuel, a esquadra passou pela nova terra, que já havia sido visitada anteriormente por outros exploradores, para fazer contatos, marcar território, rezar uma missa e "otras cositas más".
Foi o primeiro dia do fim de Pindorama, a maravilhosa terra das palmeiras, onde como dizia o antropólogo Darcy Ribeiro o índio vivia numa "tranquila fruição da existência, num mundo dadivoso e numa sociedade solidária. "
"Nus na praia, o mundo era para eles era um luxo de viver com suas riquezas naturais e com a excelente disposição de seus corpos esplêndidos, para nadar, correr, caçar e lutar."
Aqui começa a história do Brasil, ao mesmo tempo em que começa a destruição dos verdadeiros donos da bela Pindorama.
Texto de Lidia de Oliveira Calisto
Gigante existiram mesmo
Gênesis 6:4 são o resultado da união de mulheres com anjos. Baseiam-se no verso 2, onde existe a expressão “filhos de Deus”, que eles atribuem referir-se aos anjos e também citam o verso 1 do capitulo dois de Jó para provarem seu ensino. Vejamos o que a Bíblia diz sobre isto.Os escritores bíblicos falam de pessoas gigantes, com quase três metros de altura. “Naqueles dias estavam os nefilins na terra, e também depois, quando os filhos de Deus conheceram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos. Esses nefilins eram os valentes, os homens de renome, que houve na Antiguidade”. (Gênesis, 6: 4).
“Também vimos ali os nefilins, isto é, os filhos de Anaque, que são descendentes dos nefilins; éramos aos nossos olhos como gafanhotos; e assim também éramos aos seus olhos” (Números, 13: 33).
“Então saiu do arraial dos filisteus um campeão, cujo nome era Golias, de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo. (I Samuel, 17: 4).
O termo hebraico para gigantes é nephlins, e é um termo um pouco obscurecido, sendo que, a luz de Nm 13.33, seriam realmente pessoas de alta estatura (Golias possuía quase 3 metros de altura, 1 Sm 17.4). Porém, nada impede que, analisando o término do versículo, tais gigantes fossem pessoas de renome e valentes.
Segundo a Bíblia de Estudo Vida:
Quem foram os gigantes [...] valentes [...] na antiguidade?
Gigantes (Nephilim) pode ser referência a pessoas de estatura gigantesca (Nm. 13.32-33). Mas aqui talvez diga respeito a príncipes ou aristocratas - homens de estatura política. A palavra “gigantes” está ligada a outro termo que denota um valente, dotado de poder e influência.
O fato é que o tema está em aberto e de maneira nenhuma é uma contradição Bíblica. Podemos dizer que é um assunto problemático e que ainda precisa de mais e maior investigação, tanto no campo arqueológico quanto no campo teológico. Agora, isso de forma nenhuma compromete a nossa fé ou é um assunto de dogmática.
Assinar:
Comentários (Atom)


